O VALOR DO

BITCOIN

 

O valor do Bitcoin é um dos temas mais quentes da actualidade. Qual será o seu valor verdadeiro? Como sabemos se estamos a pagar a mais ou a menos por esta incrível tecnologia?

A Bitcoin tem muitas vantagens – por algum motivo, é a cara mais visível de um novo movimento que dinamiza massas e biliões.

Sendo que a Bitcoin possui muitíssimas vantagens, decidimos reunir as 5 principais vantagens da Bitcoin.

O valor do Bitcoin está assente em:

  1. Transações Rápidas e Económicas
  2. Segurança Inviolável
  3. Simples e Sem Burocracia
  4. O Dinheiro é Seu

Já abordámos o que é a Bitcoin, como investir em Bitcoin, os seus mitos e como funciona.

Descubra agora o motivo por a Bitcoin ter o valor que pode ver abaixo, no guia GRÁTIS e mais COMPLETO que pode ler – só aqui no ABC da Bitcoin.

 

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Principais Vantagens

QUE CONFEREM O VALOR DO BITCOIN

O primeiro pilar

O 1º Valor do Bitcoin: Transações Rápidas e Económicas

Com o estado atual da tecnologia Bitcoin, uma transferência de dinheiro demora entre 0 e 10 minutos, independentemente da soma de dinheiro que pretende enviar, para quem, e para qualquer país do mundo.

Para termos noção desta comparação, imaginemos que pretendemos transferir 10.000,01€ para literalmente o outro lado do mundo, para a Tailândia.

Se seguirmos os caminhos normais do sistema financeiro atual, verificamos que, para enviar 10.000,01€, teríamos de pagar 388,94€ em taxas por esse envio. Acabou de abdicar de 3,9% de todo o seu dinheiro.

Valor do Bitcoin

Recorde que acresce o imposto de Selo à taxa de 4%. Portanto, deve aproximadamente 15,56€ de imposto.

Valor do Bitcoin

Resumidamente, de uma transferência de 10.000,01€, conseguiu transferir apenas 9595,51€. Pagou 404,5€ por efetuar essa transferência, e perdeu aproximadamente 4% de todo o seu dinheiro apenas para o enviar.

Relembro, também, que terá de esperar entre 3 a 4 dias úteis para o dinheiro chegar ao destinatário.

Valor do Bitcoin

Peguemos no exemplo da Bitcoin. À taxa do dia de hoje, segundo a velocidade da transação que pretendamos, pagamos entre 0,37€ para a transferência mais rápida (com uma entrega máxima de 10 minutos) ou 0,18€ para a transferência mais lenta (com uma entrega máxima em 30 minutos). Vamos dizer que quer a transferência mais rápida – pagou 0,37€, e portanto, dos 10.000,01€, ficou com 9999,67€. Perdeu 0,004% nesta transação.

Valor do Bitcoin

Portanto, comparando diretamente as duas alternativas, e para lhe fazer sobressair o valor do Bitcoin:

  Velocidade Taxas
Bitcoin 0,17 horas 0,37€
Transferência Normal 96 horas 404,5€

 

RESUMO

Numa transferência normal de 10.000€, comparativamente a um banco, a Bitcoin:

Demora apenas 0,18% do tempo total

Poupa, em média, 95 horas por transação

Paga menos 99,9% em comissões

Poupa, em média, 404€ por transação
O segundo pilar

O 2º Valor do Bitcoin: Segurança Inviolável

A Bitcoin é virtualmente inviolável quando comparada com os meios convencionais de transferir dinheiro, reduzindo em 100% o nível de fraude.

Apesar do progresso registado com as compras online e de todas as vantagens que traz consigo, a segurança de se usar um cartão de crédito ou de débito online deixa muito a desejar. Uma pesquisa rápida no Google revela que a pesquisa por ‘Credit Card Fraud’ apresenta 166.000.000 resultados. Existem artigos sobre como é possível saber os dados do seu cartão de crédito em 6 segundos, existem guias simples sobre como o fazer, e até existem fóruns onde hackers vendem, literalmente, números de cartões de crédito.

De uma forma geral, o consenso é que, apesar de o uso de cartões de crédito para pagamentos online ser relativamente seguro, também é impossível dizer que não existe uma boa probabilidade de estar exposto a algum tipo de ataque malicioso.

Para ter uma ideia, 10% de todos os habitantes dos Estados Unidos (um país que, como se sabe, é tecnologicamente dos mais avançados do mundo) já reportaram ter sido vítimas de fraude financeira. A nível global, estima-se que o valor reportado de 4.475.470.000€ tenha sido furtado.

Valor do Bitcoin

A Bitcoin, usando o sistema de registos central, faz com que as transferências sejam virtualmente impossíveis de furtar/adulterar. Não entrando em pormenores técnicos, quando faz uma transferência, os seus dados são encriptados usando o seu endereço público e a sua chave privada.

Quando confirma uma transferência ou pagamento, o seu endereço público e chave privada combinam-se de forma irreversível, e essa transferência é registada para sempre no livro central de registos da Bitcoin.

A transação é confirmada pela rede, e é impossível, assim, existir algum tipo de fraude. Esta característica, por si só, elimina biliões de Dólares de fraude financeira, aumentando o valor do Bitcoin como sendo um elemento de utilidade.

A única forma de alguém ter acesso aos seus dados será se fornecer voluntariamente a sua chave privada. Explicando de outra forma, é como se você desse voluntariamente a alguém todos os dados do seu cartão de crédito.

Para além disto, tem ainda a hipótese de usar uma carteira Bitcoin para tornar ainda mais segura a sua experiência. Compilámos as 2 melhores carteiras para cada um dos sistemas – desde computador, a iPhone, a Android – para aceder gratuitamente clicando AQUI.

RESUMO

Comparativamente ao sistema financeiro tradicional, a Bitcoin:

Reduz em 100% o nível de fraude financeira

Poupa, em média, a nível global, 4.475.470.000€ em fraude financeira
O terceiro pilar

O 3º Valor do Bitcoin: Simples e Sem Burocracia

Apesar de diminuir a fraude, a Bitcoin é imensamente mais simples do que usar o sistema financeiro tradicional, e requer muitos menos dados e informação para garantir a sua segurança.

Num dia normal, se quiser efetuar a tal transferência bancária para a Tailândia, necessita de perder 30 minutos para se deslocar ao banco. Ao chegar ao banco, caso a sua sucursal seja bastante concorrida, terá de esperar entre 10 a 30 minutos para ser atendido. Ao ser atendido, terá de preencher vários formulários, nos quais terá de, tipicamente, informar:

  1. O seu nome completo, com apresentação da sua identificação pessoal
  2. Dados diversos como a morada, seu número de conta, ou mesmo o motivo da operação
  3. O nome, morada, IBAN e país do beneficiário da transação
  4. Os detalhes da operação
  5. A assinatura de autorização do cliente
  6. Confirmação prévia dos dados introduzidos pelo Banco
  7. Preenchimento e confirmação de todos os dados pelo Serviço Central do Banco
Valor do Bitcoin

Após todo este escrutínio, terá, de novo, de se deslocar para casa, esperar entre 3 e 4 dias pela validação da sua transferência, pagar as taxas correspondentes, e só depois de tudo, caso seja confirmado pelo seu banco, é que o dinheiro chegará ao destino.

Com a Bitcoin, precisa apenas do endereço do destinatário, correspondente a 26-35 caracteres alfanuméricos. Tudo o que terá de fazer está online, pelo que apenas necessita de um telemóvel/computador, aceder à sua conta pessoal, colocar o endereço do destinatário, aguardar 10 minutos, e, virtualmente sem comissões pagas, o dinheiro chega ao destino. Só assim. Simples.

E, como viu no ponto anterior, curiosamente – a Bitcoin é o sistema que reduz a fraude financeira em biliões, não o sistema que lhe pede incontáveis dados pessoais.

RESUMO

A Bitcoin é, comparativamente ao sistema financeiro tradicional:

Imensamente mais simples do que usar o sistema financeiro tradicional

Poupa, em média, uma divulgação extensiva dos seus dados, não requer deslocações físicas, não requer preenchimento de formulários, e é mais segura, barata e rápida do que uma transação normal.
O quarto pilar

O 4º Valor do Bitcoin: O Dinheiro é Seu

O dinheiro é sempre seu, independentemente do desejo do Governo, dos bancos, ou de outras entidades financeiras. É livre de o manter em sua propriedade. É apenas sua responsabilidade.

Há uma distinção muito importante no mundo da Bitcoin: para o bem e para o mal, o dinheiro é seu, e sempre seu. Como tal, é responsável por ele, e não deve explicações a ninguém, nem ninguém alguma vez lhe poderá retirar o dinheiro.

Acha que é igual com uma conta bancária? Pense de novo.

De forma técnica e legal, quando deposita o seu dinheiro num banco, transfere a propriedade desse dinheiro para o banco, e o banco emite uma nota de dívida para si.

Ou seja, por outras palavras, é como se o banco, agora, lhe devesse dinheiro. Só que, segundo a legislação vigente, não é uma dívida ‘segura’. Ou seja, se por acaso o banco falir, o dinheiro era, para todos os efeitos, do banco. Portanto, o banco não lhe deve nada.

Por outras palavras, o banco é o dono do seu dinheiro. Lembra-se do ponto anterior? O facto da Bitcoin não precisar de burocracia deve-se ao facto de você ser o dono do seu dinheiro.

Se é seu, é seu.

Se quiser efetuar uma transferência bancária pelo sistema convencional, você tem de dar todos os seus dados e esperar a autorização do banco porque o banco é que o dono do dinheiro. O dinheiro não é seu; portanto, tem de pedir autorização.

Isto leva-nos à crise de Chipre, ocorrida há 5 anos atrás. Para salvar os bancos, segundo o plano original, as pessoas que tinham depósitos bancários teriam de pagar um ‘imposto obrigatório’ de 6,75% de tudo o que tinham, caso tivessem menos de 100.000€ na conta.

As pessoas faziam filas nos Multibancos para levantarem o seu dinheiro. As contas foram congeladas – nada entrava, e nada saía. Quem mandava no seu dinheiro?

Os bancos e o Governo.

Valor do Bitcoin

Infelizmente, isto ocorre porque o dinheiro não é seu. Por outras palavras, a Bitcoin é imensamente mais justa e livre do que usar o sistema financeiro tradicional.

O valor do Bitcoin sobe porque a propriedade é realmente sua, e de mais ninguém. Desde que possua as chaves e/ou acesso às suas moedas digitais, ninguém poderá retirá-las da sua posse, aumentando exponencialmente o controlo que exerce sobre a sua riqueza.

RESUMO

A Bitcoin, comparativamente ao sistema financeiro tradicional:

Reduz em 100% o nível de fraude financeira

Poupa, em média, a nível global, 4.475.470.000€ em fraude financeira
O último pilar

O 5º Valor do Bitcoin: A Bitcoin é Rara, Como o Ouro

A Bitcoin é limitada – ninguém nunca poderá emitir mais Bitcoins, para além dos 21 milhões pré-estabelecidos.

Atualmente, vivemos em tempos de ‘fiat money’. Em tradução livre, isto significa que as moedas do mundo, desde o Dólar até ao Euro, baseia-se num sistema de ‘confiança’. As notas em si não têm nenhum valor, pois são apenas pedaços de papel que, legalmente, pela ‘confiança’ que temos no nosso Governo, possuem valor, porque o Governo assim o diz.

Mas não foi sempre assim. Até 1933, o Dólar americano tinha valor verdadeiro. Segundo a legislação americana, as ‘notas’ e ‘moedas’ eram, basicamente, certificados de que a pessoa era proprietária de ouro. Por exemplo, se tivesse uma nota de 100$, poderia ir, em qualquer momento, ao seu banco, e pedir para trocar essa nota de 100$ pelo equivalente, em peso, em ouro.

Falamos, então, de verdadeiro ‘dinheiro’, que possui valor por si mesmo.

No entanto, em 1933, o Presidente dos Estados Unidos, Theodore Roosevelt, obrigou todos os habitantes dos Estados Unidos a entregarem o seu ouro, sob pena de incorrerem em crime. Basicamente, isto levou a uma transferência massiva de valor – as pessoas comuns davam ouro e recebiam notas; o Governo dava notas e recebia ouro.

Pouco, depois, sucedeu o ‘Choque Nixon’. Ocorrido em 1971, é o termo usado para descrever as ações do antigo Presidente dos Estados Unidos Richard Nixon, que decretou, pela primeira vez, que o Dólar americano já não poderia ser utilizado como ‘moeda de troca’ para obter ouro.

Literalmente, foi aqui que passámos de ‘money’ para ‘fiat money’. Ou seja, de repente, aquilo que levávamos no bolso já não tinha o mesmo valor que antes. Era baseado, pura e simplesmente, numa propriedade intangível – a confiança no Governo, e de que aquilo que tínhamos tinha valor.

O FIM DO DINHEIRO VERDADEIRO

No entanto, em 1933, o Presidente dos Estados Unidos, Theodore Roosevelt, obrigou todos os habitantes dos Estados Unidos a entregarem o seu ouro, sob pena de incorrerem em crime.

Basicamente, isto levou a uma transferência massiva de valor – as pessoas comuns davam ouro e recebiam notas; o Governo dava notas e recebia ouro.

Pouco, depois, sucedeu o ‘Choque Nixon’. Ocorrido em 1971, é o termo usado para descrever as ações do antigo Presidente dos Estados Unidos Richard Nixon, que decretou, pela primeira vez, que o Dólar americano já não poderia ser utilizado como ‘moeda de troca’ para obter ouro.

Literalmente, foi aqui que passámos de ‘money’ para ‘fiat money’, ou seja, de repente, aquilo que levávamos no bolso já não tinha o mesmo valor que antes. Era baseado, pura e simplesmente, numa propriedade intangível – a confiança no Governo, e de que aquilo que tínhamos tinha valor.

Valor do Bitcoin

SISTEMA BASEADO EM 'CONFIANÇA' E EM DÍVIDA

Por esse motivo, como atualmente nenhuma moeda mundial é suportada pelo ouro ou outro material valioso, e apenas na ‘confiança’ que temos nos Governos, os Governos podem imprimir dinheiro indiscriminadamente.

Literalmente, não existe ninguém nem nenhuma instituição que afirme que país X ou Y não pode imprimir o dinheiro que pretender.

Este dinheiro impresso serve maioritariamente para pagar as dívidas do Estado, e é impossível determinar com exatidão o número de notas em circulação. Como consequência, isto gera inflação – ou seja, a perda de poder de compra do cidadão comum.

Valor do Bitcoin

Desde 1913, se tivesse 100.000$ na sua conta, tinha perdido 96% do seu poder de compra nos dias de hoje. Continua a ter 100.000$, isso é verdade; mas também isso significa que os preços de tudo eram 96% mais baratos.

Para colocar esta ideia em proporção, significa que sair a um bom restaurante custaria 0,8$ em vez dos 20$ atuais; que comprar o novo iPhone custaria 32$ e não os 800$ atuais; que ir de férias às Maldivas e voltar custaria 80$, em vez de 2000$; e que podia comprar uma casa por 40.000$, em vez dos atuais 1.000.000$.

Este truque de magia é feito pela inflação, e devido à impressão indiscriminada de dinheiro do nada. Ou seja, vivemos numa economia inflacionária, em que a cada ano, perdemos poder de compra de forma ao Governo poder pagar as suas dívidas.

E A BITCOIN? DESVALORIZA?

A Bitcoin é o oposto.

É uma moeda deflacionária, ou seja, a cada ano que passa, a expectativa é que o seu poder de compra aumente. Apenas existirão 21 milhões de Bitcoins. Esta regra está pré-estabelecida e é impossível de ser corrompida, pois ninguém pode ‘imprimir’ mais moedas.

Este é outro ponto que estabelece o valor do Bitcoin.

Conforme o interesse na Bitcoin vai aumentando, e quanto mais pessoas aderirem a este sistema, mais o poder de compra da moeda digital subirá.

Sendo um recurso finito, existe um valor intríseco em deter esta tecnologia limitada. Se é limitada, tal como ouro, é porque tem valor.

O ouro tem valor pois é um metal raro, que ninguém consegue artificialmente reproduzir mais deste metal precioso. É impossível para qualquer Governo emitir ouro – não temos a tecnologia para o fazer.

Por este motivo, os ricos e poderosos sempre basearam as suas poupanças em recursos finitos e/ou exclusivos, de circulação contada e limitada – como metais preciosos (ouro e prata) ou peças únicas (como quadros importantes ou obras de arte).

Porquê? Porque o seu valor aumenta com o tempo, e não o oposto.

RESUMO

A Bitcoin, comparativamente ao sistema financeiro tradicional:

O dinheiro é deflacionário, ou seja, vai aumentando o seu valor com o tempo

Pelo contrário, com o sistema tradicional, o seu dinheiro é inflacionário, e vai perdendo valor com o tempo

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